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segunda-feira, 14 de abril de 2014

CIENTISTAS CONSEGUEM CRIAR SANGUE EM LABORATÓRIO.


Membros artificiais e ossos impressos em 3D não são mais novidade no mundo moderno.  Agora, no que depender de um grupo de pesquisas britânico, o próximo passo é a criação de sangue “artificial”, criado a partir de células tronco, que poderia ser usado em transfusões de forma segura.

quarta-feira, 26 de março de 2014

MULHER TEM CRÂNIO SUBSTITUÍDO POR IMPRESSO PLÁSTICO DE UMA IMPRESSORA 3-D.


Uma mulher com uma doença óssea rara teve quase toda parte superior de seu crânio substituído por um pedaço de plástico 3-D impresso. Três meses depois, ela estava de volta ao trabalho e sem sintomas.

domingo, 23 de março de 2014

DESCOBERTA SURPREENDENTE TRAZ ESPERANÇA DE CURA DO CÂNCER.


Uma nova descoberta pode mudar o tratamento do câncer nos próximos anos. Médicos americanos da Northwestern University identificaram uma proteína cuja eliminação mata apenas as células cancerosas - sem afetar as células sem a doença.

sábado, 15 de março de 2014

NOVA PESQUISA SOBRE O ESQUECIMENTO PODE AJUDAR NO FUTURO NA CURA DO ALZHEIMER.


Quando se trata de manter a sanidade, o esquecimento é pelo menos tão importante quanto lembrar. Sem ele, o fluxo constante de estímulos, andar pela rua, palavras lidas, itens olhados rapidamente poderiam sobrecarregar a mente. Mas a base neural subjacente ao ato de esquecer não é tão bem compreendida. Um novo estudo descobriu que em lombrigas, uma proteína chamada Musashi está ativamente envolvido no esquecimento. Essa pesquisa coincide com o 10 º aniversário do filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças .

No estudo, publicado na revista Cell, os cientistas descobriram que as lombrigas que foram geneticamente modificadas para não ter a proteína Musashi reagiram muito melhor em uma tarefa de aprendizagem baseados no cheiro, mantendo ativamente memórias 24 horas mais tarde do que ratos não modificados. Este é um dos primeiros estudos que mostram que o esquecimento pode ser um ativo (em oposição a passiva) do processo, os autores escrevem.

Uma análise mais aprofundada revelou que a proteína impede a produção de moléculas que estabilizam sinapses, que são as conexões entre os neurônios envolvidos na formação e segurando memórias. O estudo mostrou ainda que uma outra proteína chamada adducin estimula o crescimento de sinapses, ajudando a reter a memória. 

O equilíbrio entre estes processos concorrentes determina quais lembranças são mantidos. "Um desequilíbrio em um destes mecanismos podem resultar em função de memória alterada que poderia desempenhar um papel em desordens relacionadas a memória", nos seres humanos o estudo concluiu que embora seja muito cedo para dar um salto em direção aos seres humanos, estas proteínas poderiam ser alvos importantes para a investigação em medicamentos para tratar a doença de Alzheimer e outros.

quinta-feira, 13 de março de 2014

HOSPITAL DE MIAMI ADOTA TELEMEDICINA.


Referência internacional no atendimento infantil, o Miami Children's Hospital, nos Estados Unidos, adotou uma plataforma em nuvem com recursos como vídeo em alta definição e acesso a prontuários eletrônicos para ajudar os médicos a dividir informações com colegas e pacientes onde quer que eles estejam. “Com esse sistema, os especialistas conseguem consultar, diagnosticar e prescrever tratamentos a pacientes remotos como se todos estivessem no mesmo consultório”, diz Ed Martinez, vice-presidente do Miami Children's Hospital.

Com a computação em nuvem, os médicos armazenam, em tempo real, as imagens digitais das cirurgias pediátricas que realizam. Os vídeos são compartilhados com os colegas para que eles orientem melhor os pacientes em relação ao pós-operatório. O mesmo recurso ajuda os pais a entender os procedimentos aos quais seus filhos serão submetidos. “Eu sei que eles estão passando pelo momento mais estressante de suas vidas”, diz Redmond Burke, cirurgião cardíaco do hospital. “Mas poder mostrar a eles, na tela do computador, minhas mãos operando e, em seguida, meus pacientes recuperados é muito reconfortante para a família”, diz.

A telemedicina e os aplicativos médicos móveis são usados pelos médicos do Miami Children's Hospital para fazer consultas remotas, eliminando a distância de centenas de quilômetros que separa alguns pacientes dos grandes especialistas. “Nosso objetivo é criar um modelo no qual possamos oferecer cuidados a qualquer criança, seja qual for a hora e o lugar”, diz Martinez.

Fonte: Info Exame

sábado, 8 de março de 2014

BATERISTA COM BRAÇO AMPUTADO VOLTA A TOCAR COM BRAÇO BIÔNICO.


Um professor da Georgia Tech Center for Music Technology, que criara robôs músicos anteriormente, usou a tecnologia para permitir a um músico amputado voltar a tocar bateria. O inventor afirma que "na prática, o baterista virou um cyborg.”

O baterista Jason Barnes perdeu seu braço abaixo do cotovelo após ser eletrocutado dois anos atrás. Para ajudar Barnes a voltar para seu kit, o professor Gil Weinberg da Georgia Tech o equipou com uma prótese robótica que responde aos movimentos do braço do músico.

O mais legal é que o braço mecânico tem duas baquetas, uma delas controlada pelos movimentos dos músculos do baterista, e a segunda controlada por computador. A segunda baqueta "ouve" a música que está sendo tocada e "improvisa" sobre ela.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte: Whiplash

terça-feira, 4 de março de 2014

PESQUISADORES DESENVOLVEM MEMBRANA PARA SUBSTITUIR MARCA-PASSO.


Pesquisadores americanos desenvolveram uma membrana eletrônica que poderá substituir o marca-passo, adaptando-se ao coração como uma espécie de luva e mantendo as batidas cardíacas regularmente, por tempo indeterminado.

Criado por especialistas das universidades de Ilinois e de Washington, o dispositivo usa uma espécie de teia de sensores e eletrodos para monitorar continuamente a atividade do coração e pode, por meio de choques elétricos, manter um batimento cardíaco saudável.

Os pesquisadores usaram tecnologia modelar e uma impressora 3D para criar o protótipo da membrana, que adaptaram ao coração de um coelho, conseguindo manter o órgão perfeitamente operacional "fora do corpo, em uma solução rica em oxigênio e nutrientes".

Os resultados do trabalho foram publicados no jornal online Nature Communications, dedicado à publicação de pesquisas nas áreas da biologia, física e química.

Ao contrário do marca-passo e de outra tecnologia desfibriladora já conhecida, a fina membrana elástica será feita sob medida para encaixar perfeitamente sobre o coração.

"Quando ocorre um ataque cardíaco ou uma arritmia, pode-se também aplicar terapia de alta definição e estímulos elétricos para os prevenir", explicou o engenheiro biomédico Igor Efimov, da Universidade de Washington, que ajudou a criar e a testar o aparelho, citado por uma rádio local norte-americana, a KWMU-1.

O novo sistema permite manter os sensores em contato total com o coração, usando eletrônica elástica, uma inovação desenvolvida pelo cientista de materiais da Universidade de Ilinois, John Rogers.

Apesar de usar os mesmos materiais rígidos da eletrônica comum, os circuitos foram desenhados em forma de S, o que lhes permite esticar e dobrar sem quebrar.

"O pericárdio [membrana do coração] artificial é um instrumento que consegue interagir com o coração de várias formas que são relevantes para a cardiologia clínica", disse John Rogers à KWMU-1, comparando o aparelho à verdadeira membrana do coração.

Apesar de ainda não estar pronto para ser usado, o aparelho será uma importante ferramenta de investigação, permitindo aos cientistas estudar as alterações do batimento cardíaco.

No futuro, as membranas eletrônicas poderão ser comuns no monitoramento de pacientes de alto risco cardíaco, prevenindo ataques de coração, acreditam os seus criadores.

Fonte: Info Exame

DESCOBERTA DE "VÍRUS GIGANTE" ALERTA PARA AQUECIMENTO GLOBAL E DERRETIMENTO DE TERRAS GELADAS.


Um vírus gigante dormente há 30.000 anos na tundra congelada da Sibéria voltou a atividade, provocando receios de que as perfurações de petróleo e a mineração mais intensas em latitudes que vêm se aquecendo rapidamente despertem micróbios que um dia poderão ser nocivos ao homem.

O organismo, descrito na edição online da revista científica PNAS, parece pertencer a uma nova família de megavírus que contaminam apenas amebas. Mas seu ressurgimento num laboratório é "uma prova do princípio segundo o qual podemos ressuscitar vírus infecciosos ativos de diferentes períodos", afirmou o autor do estudo, o microbiólogo Jean-Michel Claverie, da Universidade de Aix-Marseille, na França.

"Sabemos que esses vírus não perigosos estão vivos ali (no permafrost – solo permanentemente congelado), o que nos diz que provavelmente tipos perigosos, que podem infectar humanos e animais e que achávamos que haviam desaparecido da superfície da Terra, na verdade estão presentes, e provavelmente viáveis, no solo", disse Cleverie.

Com o aquecimento global tornando regiões ao norte mais acessíveis, a chance de despertarmos patógenos humanos dormentes aumenta, concluíram os pesquisadores. As temperaturas médias de superfície na área que contém o vírus encontrado aumentaram mais drasticamente do que em latitudes mais temperadas, observaram os pesquisadores.

Chamado de Pithovirus sibericum, o novo organismo pertence a uma nova família de grandes vírus descoberta há dez anos. Eles são tão grandes que, diferentemente de outros vírus, podem ser vistos ao microscópio. Este, que mede 1,5 micrômetro de comprimento e 0,5 de diâmetro, é o maior já encontrado.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"BIÓPSIA LÍQUIDA" PERMITIRÁ DETECTAR CÂNCER POR EXAME DE SANGUE.


Num futuro não muito distante, pacientes com câncer poderão monitorar a progressão (ou regressão) de sua doença por meio de exames rotineiros de sangue, sem a necessidade de biópsias invasivas ou exames complexos de imagem.

E quem sabe, num futuro um pouco mais distante, será possível, por essa mesma técnica, fazer o diagnóstico precoce de novos casos de câncer, antes mesmo de o tumor se tornar visível ou palpável por qualquer exame tradicional.

É o que indicam dois trabalhos publicados na edição desta semana da revista Science Translational Medicine, que atestam a eficácia do uso de DNA tumoral circulante (ctDNA, em inglês) como marcador sanguíneo para o diagnóstico e monitoramento de vários tipos de câncer.

Eles mostram que é possível, por meio da análise de fragmentos de DNA das células tumorais que “vazam” para a corrente sanguínea, identificar características genéticas do tumor e monitorar a evolução da doença no decorrer do tratamento – para detectar, por exemplo, a ocorrência de metástase (quando células do tumor primário se espalham para outros órgãos) ou o surgimento de mutações importantes para o direcionamento da terapia (por exemplo, mutações que tornam o tumor mais agressivo ou resistente a determinadas drogas) .

Tudo isso por meio de exames de DNA no sangue, que os cientistas apelidaram de “biópsia líquida”.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

EXOESQUELETO FEITO EM IMPRESSORA 3D AJUDA MULHER PARALISADA A ANDAR.


Após 22 anos do acidente de esqui que deixou Amanda Boxtel paralítica, ela, contrariando as expectativas dos médicos, conseguiu voltar a andar com a ajuda do inovador exoesqueleto robótico, desenvolvido pela parceria entre a 3D Systems e a EksoBionics.

Para desenvolver o exoesqueleto ajustável e sob medida, os designers da 3D Systems digitalizaram o corpo de Amanda, bem como os contornos de sua coluna, coxas e pernas. Após esta etapa, foi acrescentado um conjunto de mecanismos e controles feitos pela EksoBionics.

“Nós tivemos que ser muito detalhistas nesse projeto porque, até então, nunca havia sido feito peças em impressão 3D que se unissem aos ossos. (…) Tivemos a preocupação de elaborar peças que não impeçam a circulação ou causem hematomas.”, disse Scott Summit, diretor sênior de design funcional da 3D Systems.

O processo de criar o traje robótico 3D durou cerca de três meses e chama atenção pelos detalhes finamente elabodorados, como um sistema que permite a respiração da pele, o que significa que Amanda pode andar com o exoesqueleto sem suar muito.

Em depoimento dado ao site da 3D System, Amanda comentou: “Depois de sonhar com isso por anos, estou profundamente grata e emocionada de estar fazendo história andando com o primeiro exoesqueleto 3D feito especificamente para mim.”.


Fonte: Techtudo