Especialistas da Agência Espacial Europeia (ESA) afirmaram que o terremoto que arrasou o Japão em março de 2011, com uma magnitude de 9 graus na escala Richter, atingiu o campo gravitacional da Terra. De acordo com informações fornecidas pelo satélite europeu GOCE, responsável por monitorar a força da gravidade terrestre, ocorreram diversas mudanças na força da gravidade sobre o território japonês.
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terça-feira, 8 de abril de 2014
CIÊNCIA TENTA DESVENDAR MISTÉRIO DE LUZES QUE ANTECEDEM TERREMOTOS.
Há muitos anos, pessoas afirmam que veem luzes saindo da terra ou no alto de montanhas, momentos antes de um terremoto. A ciência ignorou os testemunhos durante muito tempo, mas agora resolveu estudá-los. Segundo Robert Thériault, geólogo da Secretaria de Recursos Naturais de Quebec, as luzes dos terremotos são fenômenos reais, que possuem uma explicação científica. Durante um estudo recente, um grupo de cientistas canadenses estudou testemunhos desse tipo, registrados desde o ano 1600.
quinta-feira, 13 de março de 2014
CIENTISTAS DIZEM QUE PLANETA POSSUI RESERVATÓRIOS DE ÁGUA ESCONDIDOS.
Há 150 anos, em "Viagem ao Centro da Terra", o escritor francês de ficção científica Júlio Verne descreveu um amplo oceano existente nas profundezas da superfície terrestre. Hoje, essa estranha e assombrosa imagem encontrou eco inesperado em um estudo científico.
Em artigo publicado na conceituada revista "Nature" nesta quarta-feira, cientistas disseram ter encontrado um pequeno diamante que aponta para a existência de um vasto reservatório abaixo do manto da Terra, cerca de 400-600 quilômetros abaixo dos nossos pés.
"Essa amostra fornece, de fato, confirmações extremamente fortes de que há pontos locais úmidos profundos na Terra nessa área", declarou o principal autor do estudo, Graham Pearson, da Universidade de Alberta, no Canadá.
"Essa zona particular da Terra, a zona de transição, pode conter tanta água quanto todos os oceanos juntos", explicou Pearson.
"Uma das razões, pelas quais a Terra é um planeta tão dinâmico, é a presença de água em seu interior. A água muda tudo sobre a maneira como o planeta funciona", completou.
A prova vem de um mineral raro que absorve água chamado ringwoodite, procedente da zona de transição espremida entre as camadas superior e inferior do manto terrestre, explicam os especialistas. A análise do material revelou que a rocha contém uma quantidade significativa de moléculas de água, da ordem de 1,5% de seu peso.
O manto se situa sob a crosta terrestre, até o núcleo da Terra, a uma profundidade de 2.900 quilômetros. Entre as duas grandes partes do manto - o superior e o inferior -, encontra-se uma zona chamada de "transição", entre 410 km e 660 km de profundidade.
O principal mineral do manto superior é a olivina. Quando a profundidade e, consequentemente, a pressão aumentam, a olivina se transforma, mudando de estado. Entre 410 km e 520 km, ela vira wadsleyite e, entre 520 km e 660 km, chega a ringwoodite, um mineral que contém água.
Essa variedade de olivina já foi encontrada em meteoritos, mas nunca oriunda da Terra, justamente por se encontrar a uma profundidade inacessível.
"Até hoje, ninguém nunca viu ringwoodite do manto da Terra, ainda que os geólogos estejam convencidos de sua existência", destacou o geólogo Hans Keppler, da Universidade de Bayreuth, na Alemanha, no editorial publicado na "Nature".
O mineral ringwoodite foi descoberto pela equipe de Graham Pearson quase por acaso, em 2009, quando os pesquisadores examinavam um diamante marrom sem valor comercial, de apenas três milímetros, procedente da cidade brasileira de Juína, no estado do Mato Grosso.
A amostra foi submetida à análise por espectroscopia e difração por raio X durante vários anos até ser oficialmente confirmada como ringwoodite, tornando-se a primeira prova terrestre dessa rocha super-rara.
O grupo acredita que o diamante tenha chegado à superfície da Terra durante uma erupção vulcânica.
A equipe de Graham Pearson não fala, porém, em água na forma líquida, e sim, contida nesse mineral bem particular.
Ainda falta determinar, como ressaltou Hans Keppler, se a amostra de ringwoodite analisada é representativa do conjunto da zona de transição do manto terrestre.
O nome Ringwoodite vem do geólogo australiano Ted Ringwood, segundo o qual um mineral especial criaria uma zona de transição devido às altas pressões e temperaturas nessa área.
Pearson defendeu que as implicações dessa descoberta são profundas. Se existe água, em grande volume, abaixo da crosta terrestre, isso implica um possível impacto significativo nos mecanismos dos vulcões e no movimento das placas tectônicas.
Fonte: Info Exame
quarta-feira, 12 de março de 2014
DRONE GRAVA IMAGENS IMPRESSIONANTES DE UM VULCÃO.
Os drones são usados em diversas áreas, desde o cinema até a agricultura ou entretenimento. Recentemente, o internauta Shaun O’Callaghan publicou no YouTube um vídeo com imagens assustadoras de um vulcão ativo que ele capturou usando um drone. A gravação aconteceu na ilha de Tanna, em Vanuatu, na Ásia.
Esse vídeo só pôde ser gravado graças à tecnologia desse gadget, que sobrevoou a região que estava repleta de lava com mais de 1.200°C.
Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Info Exame
sábado, 1 de março de 2014
CIENTISTAS CONFIRMAM TER ENCONTRADO PARTÍCULA MAIS ANTIGA DA HISTÓRIA.
Em 2001, cientistas disseram ter encontrado cristais de zircônio de 4,4 bilhões de anos de idade. Mas, obviamente, houve muita polêmica e poucas pessoas acreditaram nisso. Só que, agora, eles conseguiram provar tal afirmação.
Os cristais são invisíveis a olho nu e foram encontrados por geólogos em um rancho de cabras na remota região da Austrália chamada Jack Hills.
Os cientistas demoraram 13 anos para comprovar a idade desses cristais, pois, dentro deles, átomos de chumbo se moviam. “E, se isso acontecer onde os átomos estão concentrados, você encontrará uma idade mais antiga do que a real”, explica John Valley, geoquímico da Universidade de Wisconsin.
Eles puderam descobrir o tempo que estes átomos demoravam para parar de se mover e, então, conseguiram medir com precisão o tempo de vida dos cristais. Esta medição tem margem de erro de “apenas” seis milhões de anos.
É dada como idade estimada da Terra 4,6 bilhões de anos, graças ao estudo de meteoritos. É sabido que nesta primeira era geológica houve um impacto muito grande no nosso planeta – algo do tamanho de Marte – transformando-a em lava pura e que gerou a Lua.
Então, estes cristais de zircônio podem ser encaixados na era Pré-Cambriana, também conhecida como Eon Hadeano, logo após a criação de nosso planeta e na época do impacto citado.
Agora só gostaríamos de tocar rochas que fossem tão velhas como estas partículas.
Fonte: Mega Curioso
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